16 julho 2015

Recordes Brasileiros de Minifoguetes: terceira edição

RECORDES BRASILEIROS DE MINIFOGUETES

comprovados com altímetro de bordo

3ª edição: 15 de julho de 2015 (resumo)

Este arquivo apresenta os recordes brasileiros relacionados a minifoguetes, registrados pelo Grupo de Foguetes Carl Sagan, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), com sede em Curitiba.

Apogeu máximo para minifoguete com um único motor em cada classe

Categoria
Recorde (m)
Data
Minifoguete
Nome/Equipe
NAR (m)
Classe 1¤8A





Classe 1¤4A




   62
Classe 1¤2A
   121
08 Fev 2015
Alfa-6
UFPR-Alfa
  151
Classe A
   169
20 Abr 2015
Alfa-19
UFPR-Alfa
  256
Classe B
   324
29 Mar 2015
Beta-7
UFPR-Beta
  298
Classe C
   423
19 Abr 2015
Gama-10
UFPR-Gama
  508
Classe D
    85
19 Abr 2015
R4-D
Unicamp-FnaF
  856
Classe E
   668
13 Abr 2014
LAE-36
UFPR-Livre
 1359
Classe F




 1701
Classe G




 1489
NAR: National Association of Rocketry (Estados Unidos) [recordes em 23 Jun 2015]

Apogeu exato para minifoguete com quaisquer classe e quantidade de motores

Categoria
Recorde (m)
Data
Minifoguete
Nome/Equipe
  50 m
    54
18 Abr 2015
Alfa-14
UFPR-Alfa
 100 m
    94
18 Abr 2015
Pluto-3
UFPR-Alfa
 150 m
   159
12 Abr 2014
LAE-22
UFPR-Fixo
 200 m
   199
20 Jun 2015
Beta-10
UFPR-Beta
 400 m
   406
14 Dez 2014
Epsilon-1
UFPR-Epsilon
 800 m
   626
19 Abr 2015
Epsilon-9
UFPR-Epsilon
1000 m
   668
13 Abr 2014
LAE-36
UFPR-Livre

Outros tipos de recordes

Categoria
Recorde
Data
Minifoguete
Nome/Equipe
 Velocidade máxima (km/h)
 539
01 Fev 2015
Gama-5
UFPR-Gama
 Aceleração máxima (g)
  24,9
13 Abr 2014
LAE-36
UFPR-Livre
 Maior tempo de voo até o apogeu (s)
  11,6
13 Abr 2014
LAE-36
UFPR-Livre
 Maior tempo total de voo (s)
  69,0*
20 Jun 2015
Epsilon-12
UFPR-Epsilon
g = 9,80665 m/s2; * baseado em dois cronômetros em solo

Comentários:
1) Os pedidos de registro de novos recordes podem ser feitos por qualquer pessoa ou equipe, de estudantes de qualquer nível ou não estudantes, equipes mistas, não havendo nenhum tipo de restrição.
2) Só serão aceitos recordes estabelecidos em território brasileiro.
3) Pedidos de registro de novos recordes devem ser enviados para chmcfd@gmail.com, junto com os dados do novo recorde. Para ser reconhecido um recorde, talvez sejam solicitadas informações adicionais.
4) A cada novo recorde estabelecido, o Grupo de Foguetes Carl Sagan emitirá um certificado a ser entregue aos recordistas.
5) Só serão reconhecidos recordes obtidos com altímetro de bordo que registrem a trajetória, pelo menos até o apogeu. Todos os dados obtidos pelo altímetro durante o voo deverão ser enviados para registro.
6) Qualquer dúvida e proposta de novas categorias poderão ser enviadas para chmcfd@gmail.com.

Prof. Carlos Henrique Marchi
Líder do Grupo de Foguetes Carl Sagan
Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Curitiba, 15 de julho de 2015.

11 julho 2015

AVISO [60] do Festival 2015: imagens disponíveis

Dezenas de fotos e vídeos do Festival de Minifoguetes de Curitiba 2015 estão disponíveis nas pastas dentro do seguinte link:

http://ftp.demec.ufpr.br/foguete/Festival2015/Imagens/

Foto no encerramento do evento em 20 de abril de 2015

Festival 2016 [6]: pôster

O pôster do Festival de Minifoguetes de Curitiba 2016 é o seguinte:


Todas as informações relacionadas ao Festival de Minifoguetes de Curitiba 2016 estão disponíveis em http://ftp.demec.ufpr.br/foguete/Festival2016/

06 julho 2015

O primeiro foguetemodelo brasileiro: o Sondinha II

Em 1978 foi criado o primeiro foguetemodelo brasileiro, o Sondinha II. Ele não tinha paraquedas, atingia 120 metros de apogeu e era uma réplica do foguete de sondagem brasileiro Sonda II, projetado pelo IAE (Instituto de Aeronáutica e Espaço), de São José dos Campos. Abaixo uma foto da sua embalagem original.


Na década de 1980 surgiram novas versões, cujas embalagens são mostradas na foto abaixo.


Depois, o Sondinha II passou a ser fabricado pelo CEFEC (Centro de Estudos de Foguetes Espaciais do Carpina), de Carpina (PE). O novo kit incluía paraquedas; ele é mostrado nas fotos abaixo.



Agradeço ao prof. José Felix de Santana (1948-2020), criador do CEFEC, pelas imagens e informações acima.

Um protótipo do Sondinha II montado em 1984.
Acervo do Museu de Minifoguetes UFPR-BAR.
Foto: Carlos Marchi (2022).

Atualizada em 11 Mai 2023.

02 julho 2015

Defesa de trabalho de fim de curso do Lucas Schlossmacher

Título:
Desenvolvimento de motores-foguete para espaçomodelos

Resumo: foram desenvolvidos motores das classes 1/2A, A e B com KNSu e tubo de acrílico

Graduando: Lucas Schlossmacher

Orientador: Carlos Henrique Marchi

Data: 7 de julho (terça-feira)

Horário: 13:30 h

Local: laboratório Lena 4 (sala PG-12)

Todos os interessados estão convidados a participar.

29 junho 2015

Festival 2016 [5]: categorias e regras

CATEGORIAS E REGRAS DAS COMPETIÇÕES

(atualizado em 29 Jun 2015)

Categorias de APOGEU MÁXIMO

· Objetivo: o minifoguete deve atingir o maior apogeu em cada categoria.
· Classe do motor-foguete: a de cada categoria, conforme a tabela abaixo.
· Quantidade de motores em cada minifoguete: um.
· Quantidade de estágios no minifoguete: um.
· Vencedor: a equipe cujo minifoguete atingir o maior apogeu.

Classe
Impulso total (N.s)
Recorde NAR (m)
Recorde brasileiro (m)
Apogeu mínimo (m)
1¤8A
0 a 0,3125
Sem registro
Sem registro
5
1¤4A
0,3126 a 0,625
62
Sem registro
10
1¤2A
0,626 a 1,25
151
121
60
A
1,26 a 2,50
256
169
84
B
2,51 a 5,00
298
324
162
C
5,01 a 10,00
508
423
212
D
10,01 a 20,00
856
Sem registro
273
E
20,01 a 40,00
1359
668
334
Recordes NAR e brasileiros atualizados até 23 Jun 2015

Categorias de APOGEU EXATO

· Objetivo: o minifoguete deve atingir o apogeu exato de cada categoria.
· Classe do motor-foguete: livre até a classe E.
· Quantidade de motores em cada minifoguete: um.
· Quantidade de estágios no minifoguete: um.
· Vencedor: a equipe cujo minifoguete atingir o apogeu mais próximo de cada categoria, conforme a tabela abaixo.

Apogeu (m)
Recorde brasileiro (m)
Intervalo válido de apogeu (m)
  50
54
20 a 70
100
94
75 a 125
200
199
150 a 250
400
406
300 a 500
800
626
600 a 1000
Recordes brasileiros atualizados até 23 Jun 2015

Regras gerais para todas as categorias:

1) Os minifoguetes serão lançados com ângulo de 85º ± 1º em relação à direção horizontal nas categorias de apogeu máximo das classes C, D e E, bem como apogeu exato 200, 400 e 800. Nas demais categorias, os minifoguetes serão lançados com ângulo de 90º em relação à direção horizontal.
2) Tentativas: cada equipe poderá lançar um ou dois minifoguetes em cada categoria, dependendo do número de equipes concorrentes, do tempo disponível para realizar os lançamentos, do número de altímetros disponíveis, das condições meteorológicas e da decisão da equipe.
3) Método para determinar o apogeu: altímetro de bordo que registre a trajetória pelo menos entre o lançamento e o apogeu; não são aceitos altímetros que só registram o apogeu.
4) Cada equipe será responsável por encontrar os seus minifoguetes após os voos, junto com um fiscal, que fará a leitura, registrará os dados e guardará o altímetro para posterior validação.
5) Se por qualquer motivo não puder ser lido o apogeu de um altímetro, o valor será considerado nulo e o minifoguete será desclassificado.
6) Havendo dúvida sobre os resultados obtidos por alguma equipe, a Comissão Organizadora do Festival poderá requisitar um ou mais motores usados pela equipe, bem como informações detalhadas, visando realizar análises e testes. Caso a equipe não forneça o que for solicitado, ela será desclassificada.
7) Cada equipe deverá usar em seus minifoguetes os seus próprios altímetros, sejam comerciais ou caseiros. Sob pedido, a Comissão Organizadora do Festival poderá emprestar os seus altímetros para uso no evento; caso o altímetro seja perdido ou danificado, a equipe terá que devolver outro igual.
8) Os minifoguetes das categorias de apogeu exato também concorrerão automaticamente nas respectivas categorias de apogeu máximo conforme os motores usados.
9) As três melhores equipes em cada categoria serão premiadas desde que atendam aos dois critérios abaixo.
10) Para uma equipe ser premiada nas categorias de apogeu máximo, o apogeu do minifoguete registrado pelo altímetro deverá ser igual ou superior a 50% do recorde nacional da respectiva categoria na qual concorre, conforme indicado na primeira tabela acima.
11) Para uma equipe ser premiada nas categorias de apogeu exato, o apogeu do minifoguete registrado pelo altímetro deverá estar no intervalo de apogeu da respectiva categoria na qual concorre, conforme indicado na segunda tabela acima.

Regras sobre as equipes:

1) Não há qualquer restrição sobre as equipes das competições em relação ao número de membros, nível de escolaridade, idade etc; inclusive, uma equipe poderá ser constituída por uma única pessoa.
2) Não há limite no número de equipes de uma mesma instituição de ensino, nem quanto à sua constituição, se de um ou mais cursos.
3) Uma mesma equipe poderá participar das categorias que quiser, entre uma e todas.
4) A participação no evento é aberta a qualquer pessoa, estudante de qualquer nível de ensino ou não estudante.
5) Cada equipe terá que arcar com as suas despesas de viagem, hospedagem, transporte e alimentação durante o evento. Porém, a Comissão Organizadora do Festival tentará conseguir alojamentos improvisados na UFPR sob pagamento de uma pequena taxa para quem tiver interesse. Será cobrada uma taxa para o transporte entre os dois locais do evento (Centro Politécnico e Fazenda) para quem tiver interesse. Será cobrada uma taxa de alimentação para quem tiver interesse em usar o RU da UFPR no Centro Politécnico e/ou na Fazenda.
6) Cada membro de equipe menor de 18 anos deverá apresentar uma autorização de seus responsáveis, que permita participar das competições.
7) Cada participante terá que assinar uma declaração na qual se responsabilizará por qualquer dano causado por seus minifoguetes e sua participação no evento.
8) Evidentemente, durante o evento, ninguém poderá consumir bebida alcoólica ou substâncias proibidas.
9) Cada equipe deverá fazer a sua inscrição no prazo estipulado pela Comissão Organizadora do evento.
10) As equipes deverão fazer a inscrição de seus membros no prazo estipulado pela Comissão Organizadora do evento, pagando uma taxa por membro. A taxa não será devolvida no caso de desistência da equipe inteira ou de parte da equipe.
11) Cada equipe deverá expor os seus minifoguetes, fotos deles e sobre seus testes, bem como uma banner sobre a equipe e seus minifoguetes.

Regras sobre os motores-foguete:

1) Poderão ser usados motores-foguete com qualquer tipo de propelente, desde que não seja tóxico. Por exemplo, podem ser usados nitratos/açúcar, pólvora negra e micrograin.
2) Poderão ser usados motores-foguete comerciais (industrializados) ou não comerciais (fabricados pela própria equipe, desenvolvimentos próprios, artesanais ou experimentais).
3) Poderão ser usados motores-foguete fabricados no Brasil ou no exterior.
4) Poderão ser usados motores-foguete constituídos apenas por materiais não metálicos, ou cuja quantidade de materiais metálicos seja pequena. Em caso de dúvida, consultar a Comissão Organizadora do evento.
5) Cada equipe deverá fazer a inscrição de seus motores (sejam comerciais ou não comerciais) no prazo estipulado pela Comissão Organizadora do evento. Com base nesta inscrição, poderá ser indeferido o uso do motor no evento, por ser considerado inseguro.
6) Todos os motores a serem usados no evento deverão ser testados estaticamente para avaliação do seu desempenho; eles serão enquadrados na classe correspondente ao maior impulso total real que resultar dos testes. A equipe que não tiver condições de fazer os testes, deverá enviar 5 motores à Comissão Organizadora do Festival, até 30 de novembro de 2015, para que ela execute os testes e emita um laudo sobre eles.

Regras sobre os minifoguetes:

1) Cada equipe deverá projetar e fabricar ou montar os seus minifoguetes.
2) Cada equipe terá que arcar com as despesas de desenvolvimento e testes de seus minifoguetes.
3) É obrigatório que cada minifoguete tenha algum sistema de recuperação por paraquedas, fita etc para reduzir a velocidade de queda do minifoguete e permitir que ele seja visível, evitando que fira alguma pessoa.
4) Poderão ser usados minifoguetes constituídos apenas por materiais não metálicos, ou cuja quantidade de materiais metálicos seja pequena. Em caso de dúvida, consultar a Comissão Organizadora do evento.
5) Para cada categoria, a equipe deverá fazer a inscrição do projeto do seu minifoguete, incluindo resultados de voos. Com base nesta inscrição, a Comissão Organizadora do Festival poderá indeferir o uso do minifoguete no evento, por considerá-lo inseguro.
6) Desde que sejam atendidas as restrições acima, as equipes têm liberdade para fabricar e montar os seus minifoguetes da forma que quiserem, usando componentes ou kits comerciais ou de fabricação própria.
7) Cada equipe será responsável pelo lançamento dos seus minifoguetes, com sua própria rampa de lançamento e sistema de ignição. Sob pedido, a Comissão Organizadora do Festival poderá emprestar as suas rampas de lançamento e sistemas de ignição.

Locais a serem realizados os lançamentos dos minifoguetes:

1) Centro Politécnico da UFPR, campo de futebol 1 do CED, em Curitiba (PR). Altitude: 908 ± 1 m.
Coordenadas: S 25º 27’ 11,54” e W 49º 14’ 10,10”.

2) Fazenda Canguiri da UFPR, NITA, em Pinhais (PR). Altitude: 925 ± 1 m.
Coordenadas: S 25º 24’ 4,70” e W 49º 7’ 14,94”.